Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes
Dia Nacional da Luta Antimanicomial
Aniversário da cidade de Caruaru, Pernambuco
Mitologia grega - Dia ao Deus Pan
Dia Internacional dos Museus
1152 - Casamento de Henrique II de Inglaterra com Leonor, Duquesa da Aquitânia
1804 - Napoleão Bonaparte é coroado Imperador da França, adotando o nome de Napoleão I
1857 - Emancipação da cidade de Caruaru, Pernambuco1910 - A Terra passa pela cauda do Cometa Halley.
1910 - A Terra passa pela cauda do Cometa Halley
1012 - Eleição do Papa Bento VIII.
2006 - Inauguração, em Lisboa, no Museu Nacional de Arte Antiga, da exibição da Colecção Dr. Gustav Rau - De Fra Angelico a Bonnard. Esta exposição tornou-se na maior já recebida em Lisboa.
2007 - Cerca de 4 mil frangos foram sacrificados no distrito de Jaldhaka, no Bangladesh, depois da detecção, pelas autoridades sanitárias, de mais um foco de gripe aviária
2009 - em algum lugar nasce alguém
2009 - em algum lugar morre um outro
2009 - fui a uma aula que não houve
2009 - fui dormir como tantos outros a espera de algo...
2009 - o que farei amanhã?
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Labirinto
Sigo perdida
entre rimas, livros
poesias e filosofias
Tento encontrar-te
em cada verso
em cada livro
Sigo perdida
entre lágrimas e dor
papéis e caneta
E caminho...
com a dor que acompanha os poetas
Sigo perdida
entre bocas e abraços
beijos e braços
Mas nenhum deles são meus
nehum deles me têm
Sigo perdida
entre camas e leçóis
vontades e desejos
perfumes e luxurias
E não consigo me encontrar
e nada me faz me completar
Sigo perdida
a procura de um alguém
em busca de você...
E não há como me encontrar
para sempre te perdi
para sempre me perdi
Mayara Barreto
Sou um poço que esconde águas cristalinas,
mas para aproximar-se dele
exijo entrega, cumplicidade, amor.
Luis Costa
mas para aproximar-se dele
exijo entrega, cumplicidade, amor.
Luis Costa
Quando olho no espelho
encontro cicatrizes que a vida fez.
Algumas são profundas na alma.
Outras deixaram marcas quase impercebíveis.
Quando fecho os olhos diante do espelho
percebo lágrimas de alegria percorrerem
vales e canais, que conduzem a momentos
de intensa felicidade.
Quando afasto-me do espelho
tenho a certeza que continuo
sendo o mesmo de sempre:
um ser humano capaz de se encontrar
em suas mais profundas contradições e possibilidades.
Luís Costa
encontro cicatrizes que a vida fez.
Algumas são profundas na alma.
Outras deixaram marcas quase impercebíveis.
Quando fecho os olhos diante do espelho
percebo lágrimas de alegria percorrerem
vales e canais, que conduzem a momentos
de intensa felicidade.
Quando afasto-me do espelho
tenho a certeza que continuo
sendo o mesmo de sempre:
um ser humano capaz de se encontrar
em suas mais profundas contradições e possibilidades.
Luís Costa
Sobre o reggae...
Eu falo,
muito sobre o que o reggae diz
Tentando te explicar tudo o que sinto quando ouço um reggae raiz
Eu falo, falo, falo, falo, falo muito sobre o que o reggae diz
Tentando te explicar tudo o que sinto quando ouço um reggae raiz
Sou
um desejo incontido,
um sonho quimérico,
um (des)concerto de ideais.
Sou
uma voz meiga e forte,
um poço de indecisões,
a incógnita necessária.
Sou
uma visão paranóica,
uma reminiscência do presente,
um vulto(in)reconhecível.
Sou
uma definição incompleta,
um vaso irretocável,
uma fuga premeditada.
Luís Costa
um desejo incontido,
um sonho quimérico,
um (des)concerto de ideais.
Sou
uma voz meiga e forte,
um poço de indecisões,
a incógnita necessária.
Sou
uma visão paranóica,
uma reminiscência do presente,
um vulto(in)reconhecível.
Sou
uma definição incompleta,
um vaso irretocável,
uma fuga premeditada.
Luís Costa
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
A metafísica do corpo

A metafísica do corpo se entremostra
nas imagens. A alma do corpo
modula em cada fragmento sua música
de esferas e essências
além da simples carne e simples unhas
nas imagens. A alma do corpo
modula em cada fragmento sua música
de esferas e essências
além da simples carne e simples unhas
Em cada silêncio do corpo identifica-se
a linha do sentido universal
que à forma breve e transitiva imprime
a solene marca dos deuses
e do sonho.
a linha do sentido universal
que à forma breve e transitiva imprime
a solene marca dos deuses
e do sonho.
Entre folhas, surpreende-se
na última ninfa
o que na mulher ainda é ramo e orvalho
e, mais que natureza, pensamento
da unidade inicial do mundo:
mulher planta brisa mar,
o ser telúrico, espontâneo,
como se um galho fosse da infinita
árvore que condensa
o mel, o sol, o sal, o sopro acre da vida.
mulher planta brisa mar,
o ser telúrico, espontâneo,
como se um galho fosse da infinita
árvore que condensa
o mel, o sol, o sal, o sopro acre da vida.
De ênfase e tremor banha-se a vista
ante a luminosa nádega opalescente,
a coxa, o sacro ventre, prometido
ao ofício de existir, e tudo mais que o corpo
resume de outra vida, mais florente,
em que todos fomos terra, seiva e amor.
Eis que se revela o ser, na transparência
do invólucro perfeito.
Carlos Drummond
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